acordar com aquele pi-pi do despertado furreca, mas que em luzinha pra acender e ver a hora de madrugada não é nada um bom jeito de começar o dia. não me conformo com o toque de acordar, acho injusto.
os minutos parece que se atropelam naquele tempo entre despertar e sair de casa e sempre há a sensação de não ter feito tudo ou arranjado tudo na mala, ou dá a certeza agoniante do atraso.
carro quebra, engarrafamento irrita, calor anestesia.
os imprevistos e desagrados vão se sobrepondo e, quando você apenas não está afim, se passa por grosso, estúpido, imprestável...
trabalho para arrumar a cara numa careta de repressão não é problema, mas abrir a boca e realmente se interessar não. isto já é exigência grande.
os raros sorrisos não forçados ficam, então, encarregados de cobrir toda a validade da jornada e a vontade fica só de que aquele termine para que comece outro.
será?
válido mais seria chegar ao conforto de novo e abolir qualquer tipo de preoblematização.
no cafofo é assim.
2 comentários:
no cafofo sempre
mas onde seria o cafofo?
ele é?
ele mais está... mas tem o meu particular, que é mais fixo, um pouco
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