15 junho 2008

nunca

Nunca. Nunca que ia chegar a supor que pudesses me fazer perder tantos momentos recordando dos nossos dias, não incontáveis, mas com uma coisa de sentir falta deles que não imaginei que fosse experimentar.
No bolso vejo pequenos papéis que me lembram sensações oníricas e gostosas, mas tão gostosinhas...
Sem você, parece que os ponteiros se empreguiçam e a razão boba do riso já não sabe se pára ou segue reto.

Os abraços deixaram a marca de um espaço que, agora, é um canto meu vazio.
O medo já não é preso mais, foi esparramado e tragou toda a parte sua em de mim (...)

Um comentário:

Anônimo disse...

pede pra sair =p