Juro, não entendo mesmo o sono alheio. Sei apreciar os primeiros raios solares que clareiam o dia, adoro inclusive. Fico horas observando pela janela até. Faço isso, mas depois vou-me, preciso dormir. Nunca fui de ter hábitos de velho: dormir após a telenovela das 20horas, que aliás, nem é neste horário mais. Agora é, no que chamam, horário nobre. Acho tão besta o nome...
Despertaram-me antes das nove horas. Precisamente, eram oito e trinta e sete quando sentia no meu pé as mãos de meu pai a me balançar e chamar-me, precisava levantar. Naquele momento que concluí: odeio médicos!
Não é justo eu mudar meu horário todo só pra fazer a droga de um exame. Este também me irrita. Não pela agulha, nem pelo horário na verdade, mas pela possibilidade de ver aquela coisa cor-de-vinho saindo da minha pele, argh.
Prefiro nem pensar, já abaixa a pressão pensar na hipótese.
Quando morrer, quero que seja de morte interna, nada de coisas espalhadas e abertas. Prefiro morrer aqui dentro, só pra mim, de mansinho.
17 junho 2008
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Um comentário:
NOSSA. eu tenho que tirar sangue deitada, senão não dá certo.
amocê.
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