era você, era eu.
impotentemente, sofri de um mal juvenil. deu-me um frio na barriga esses dias e deixei. achei engraçada aquela sensação que não sentia desde meus tempos de inocência. você me traz a novidade de olhar pra dentro sem medo, você vê mais.
toco-te procurando um xamego. não preciso ir muito. os esbarrões dizem que tão pouco ficastes parada. desenho-te na cabeça pra não perder-te de vista. busco sua voz no silêncio do meu quarto.
deixa eu gritar que é tudo isso?
Nenhum comentário:
Postar um comentário